terça-feira, 25 de outubro de 2011

“Pitadas de Sabores e Alimentos do Brasil” reúne chefs e especialistas



Desde o dia  14 de outubro, o SESC Carmo (São Paulo) está homenageando Câmara Cascudo e sua “História da Alimentação no Brasil”, com o evento “Pitadas de Sabores e Alimentos do Brasil”. Em oito encontros, reúnem-se historiadores e chefs para dar voz a Câmara Cascudo e corpo aos pratos que traduzem a cultura gastronômica brasileira, reunindo ingredientes que eram e são utilizados no dia-a-dia e são herança viva deixada por portugues, indígenas e africanos. Já foram realizadas duas sessões do evento com as chefs Carla Pernambuco e Tereza Paim e os especialistas Pedro Vicente Costa Sobrinho e Reginaldo Prandi. As próximas edições, sempre às quintas-feiras, serão nos dias 27/10, 03/11, 10/11, 17/11, 24/11 e 01/12. Além das explanações históricas, os participantes vão participar de degustações.


Sempre às quintas-feiras

27/10 às 19hs - Caciques do Brasil, com Ricardo Maranhão e chef Ofir Oliveira
03/11 às 19hs - Ora Pois!, com Wanessa Asfora e chef Mauro Fernandes
10/11 às 19hs - Baião-de-Todos, com Paula Pinto e Silva e chef Rodrigo Oliveira
17/11 às 19hs - Rapadura é Doce, Mas Não é Mole Não, com André Boccato e chef Morena Leite
24/11 às 18hs - Pimenta na Panela dos Outros é Tempero, com Daniela Narciso e Adriana Lucena
01/12 as 18hs - Por Cima do Leite Não Há Fruta que Deleite, com Douglas Bello e chef Flávio Federico

Leia sobre cada evento e sobre os convidados na página do SESC Carmo na internet.

O SESC Carmo fica na Rua do Carmo, 147 - Metrô Sé, Centro de São Paulo. Os ingresso custam de R$ 5,00 a R$ 20,00 e o telefone para informações é o (11) 3111-7000

domingo, 16 de outubro de 2011

Dia Mundial da Alimentação: "Preços dos alimentos, da crise à estabilidade"

Irio Luiz Conti e Evandro Pontel

A Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO), desde 1979, comemora no dia 16 de outubro, o Dia Mundial da Alimentação, que coincide com a data da fundação desta instituição no ano de 1945. O tema deste ano - 'Preço dos Alimentos - da crise à estabilidade' - visa sensibilizar a sociedade e os governos para a promoção da cooperação e da solidariedade na luta contra a fome, a desnutrição e a pobreza no mundo. O tema aponta para uma questão essencial: o aumento drástico dos preços dos alimentos traz graves ameaças à segurança alimentar e nutricional, especialmente nos países em desenvolvimento, vitimando, sobretudo, a população pobre.
De acordo com o Banco Mundial, entre 2010 e 2011, o aumento dos preços de alimentos levou cerca de 70 milhões de pessoas à pobreza extrema, mantendo ao redor de 1 bilhão o número de pessoas que passam fome no mundo. Na Somália, por exemplo, a metade dos 7,5 milhões de habitantes passam fome e diariamente muitos deles morrem de fome. "Preços dos alimentos: da crise à estabilidade" foi escolhido como o tema do Dia Mundial da Alimentação deste ano para lançar luz e provocar a reflexão sobre as causas da volatilidade dos preços e a importância da adoção de medidas estruturais que alterem esta situação, que traz mais vulnerabilidade ao invés de estabilidade ao sistema alimentar global.
A insegurança alimentar e nutricional não resulta apenas da desnutrição por escassez ou falta de alimentos. Há também um aumento de várias doenças decorrentes de produtos tóxicos e agrotóxicos em alimentos consumidos no cotidiano, além das altas taxas de sobrepeso e obesidade que preocupam e requerem medidas consistentes de reversão a curto e médio prazos. Os indicadores mostram que no mundo convive um número crescente de vítimas de ambas as formas de insegurança alimentar e nutricional. Isso tem estreita relacão com o modelo de produção agrícola, baseado no agronegócio, que concentra terra, renda, tecnologias, insumos, patentes das sementes e medicamentos. Ou seja, as cinco ou seis principais empresas multinacionais que produzem e controlam as sementes transgênicas, os agrotóxicos e agroquímicos nocivos à saúde humana são as mesmas que controlam a indústria de medicamentos para "curar" os efeitos de seus danos, alimentando este círculo vicioso.
As flutuações dos preços são uma característica dos mercados agrícolas que funcionam baseados em sua própria lógica, sob o imperativo do capital e do lucro. Quando estes são ampliados, tornam-se imprevisíveis voláteis e controlados pelas bolsas de mercadorias - adquirem um efeito negativo para a segurança alimentar e nutricional de agricultores produtores e consumidores de nações inteiras. Os alimentos deixam de cumprir sua função primordial - que é de alimentar gente - e tornam-se simples mercadorias ou commodities para serem especulados nas bolsas de valores. Desde 2007, os mercados globais sofreram constantes oscilações nos preços dos alimentos básicos. No verão de 2008 eles atingiram níveis não observados desde há 30 anos, seguidos de uma leve queda e de crescimento nos próximos meses. Entre 2010 e 2011, em alguns países o aumento dos preços atingiu, em média 33%. Atualmente, na média, os preços dos alimentos permanecem elevados e a volatilidade tende a continuar, especialmente porque a maior parte dos países em desenvolvimento não possuem sistemas públicos e mecanismos de regulação de preços, nem políticas fortes de estímulo à produção e ao abastecimento alimentar para enfrentar as oscilações do mercado.
O mundo vive atualmente sob a pressão e a confluência das crises econômica, alimentar, climática e energética. Estas crises requerem discussões que apontem soluções articuladas entre si, com alternativas de soberania e segurança alimentar e nutricional que respeitem a realidade e as especificidades de cada povo e região. Neste contexto inserem-se os observatórios, fóruns e redes locais, nacionais e internacionais em torno de iniciativas que denunciam as distorções do sistema alimentar e pressionam os Estados a adotarem medidas internas, mas também de cooperação internacional que visem soluções locais e mundiais de garantia dos direitos, especialmente do direito humano à alimentação.
Portanto, aproveitemos a semana e o Dia Mundial da Alimentação para refletir em nossas casas, ambientes de trabalho, círculos de relações e organizações para estimular debates proativos sobre a importância de fazermos a nossa parte nas mobilizações e lutas locais e mundiais pela efetivação do direito humano à alimentação adequada e saudável como um direito humano e um requisito fundamental para viver comdignidade.

Írio Conti é Mestre em Sociologia, conselheiro dos Conselhos Nacional e Estadual (Rio Grande do Sul) e presidente da Fian Internacional; Evandro Pontel é Graduado em Filosofia e Teologia; ambos são professores da Rede Integrada de Equipamentos Públicos de Segurança Alimentar e Nutricional/Universidade Federal do Rio Grande do Sul.


Texto publicado originalmente no 'Informe CONSEA' de 14 de outubro de 2011

terça-feira, 11 de outubro de 2011

Blog Come-se de Neide Rigo entre os melhores do mundo





Neide Rigo, nutricionista e consultora, associada ao Convívio São Paulo teve seu Come-se reconhecido como um dos  55 melhores blogs de comida, pela Revista Saveur.  O trabalho da Neide está sendo reconhecido principalmente por resgatar ingredientes da nossa cultura e os modos de fazer nas mais diferentes partes do Brasil, bem no espírito Slow. Merecido reconhecimento. Leia sobre os melhores blogs aqui







domingo, 9 de outubro de 2011

Hortas, flores e educação ambiental


Os associados do Slow Food em São Paulo se reuniram no dia 24/9, no Sabor da Fazenda, um  recanto dedicado à criação de mudas orgânicas de ervas aromáticas e flores.  A turma conheceu a técnica dos canteiros circulares, nos quais foram plantadas ervas e flores como segurelha, alecrim, manjericão, hortelã, tomilho, berinjela, lavanda, giló, cebolinha, entre outros. É um viveiro de plantas e espaço de educação ambiental onde uma profusão de cores convida para uma volta em meio aos canteiros.

Silvia Jeha, do Sabor da Fazenda mostra o sistema de hortas

O espaço se dedica também a receber crianças em grupos para conhecerem a importância da reciclagem e do reaproveitamento do que é descartado pela população. Associados a aulas sensoriais, os monitores mostram a área de compostagem e o minhocário e também garrafas PET sendo usadas para proteger mesas e canteiros, pneus velhos usados no lugar de vasos, e também utensílios domésticos e brinquedos. Copos inutilizados de liquidificadores e escorredores viram floreiras, assim como carrinhos de boneca quebrados.

Os membros aproveitaram para atualizar  a agenda de atividades e para degustar produtos orgânicos como geléia de framboesa com pimenta, pesto de salsinha e manjericão, muffins de queijo e páprica, pães integrais, bolo de chocolate e chás de ervas (colhidas da horta do Sabor da Fazenda).

Mauricio Fonseca, que participou do Indigenous Terra Madre, no norte da Suécia, em junho, fez um relato sobre os debates principais, que giraram em torno das pressões sobre as terras indígenas,  a ação do agronegócio, os impactos do aquecimento global, em especial sobre a população do local que estava sediando o encontro, e sobre os habitantes de países tropicais e semitropicais.

Mauricio Fonseca relata os debates realizados no Indigenous Terra Madre

 * Veja mais fotos do encontro neste neste álbum.

domingo, 2 de outubro de 2011

Semana Mesa SP 2011 - 24 a 28 de 2011


Como no ano passado, membros Slow com associação em dia tem 30% de desconto na inscrição!!
A renovação pode ser feita pelo site ou no local do evento. 


Mais informações no site oficial.

quarta-feira, 28 de setembro de 2011


Apresentam




Os chefs Claudia Mattos e David Herz contam histórias e preparam receitas do Marrocos e da Índia mesclando ingredientes locais e brasileiros

10 de Outubro (2ª feira) - das 19h às 22 hs, na Escola Wilma Kövesi de Cozinha

    
A partir de suas experiências de viagem, Claudia Mattos, do ZYM Café, e David Hertz, da Gastromotiva, membros ativos do movimento Slow Food, contam histórias de algumas Fortalezas -  produtos preservados pelo  movimento – e preparam receitas dos territórios que mais os inspiram: Índia e Marrocos.

Além de apresentar produtos como arroz basmati, açafrão e óleo de argan, os chefs vão mostrar - a partir da elaboração de receitas tradicionais com toques de ingredientes brasileiros  - a diversidade dos territórios que o Slow Food apoia.

A dupla também fará um relato especial sobre a fazenda Navdanya, de Vandana Shiva, vice-presidente do Slow Food Internacional e uma das mais respeitadas cientistas e ativistas da Índia, que lidera movimentos em defesa do arroz aromático (basmati) e sementes da biodiversidade.


As receitas de Claudia e David:
. Lassi com cardamomo e cambuci (bebida típica indiana a base de iogurte e fruta nativa brasileira)
. Tajine de cordeiro, com açafrão, óleo de argan e sal do Zerradoun
. Arroz basmati ao limão temperado com massala
. Triângulos doces com massa de chapati, figo grelhado e pasta de amlou (óleo de argan, amêndoa e mel)


Sobre os chefs:
. Claudia Mattos é pesquisadora e criadora de receitas a partir de experiências acumuladas em viagens e no dia a dia. Atua na defesa do uso de produtos orgânicos na gastronomia. No ZYM, associa o prazer no preparo de pratos variados e criativos à busca de novas combinações alimentícias.
. David Hertz é formado em gastronomia. Fundou e dirige a Gastromotiva, Associação responsável pela capacitação  de jovens em situação de invisibilidade social para o o mercado de trabalho, em especial na área  gastronômica.  

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Serviço:
Local: Escola Wilma Kövesi de Cozinha
Endereço: Rua Cristiano Viana, 224 – Pinheiros
Informações e inscrições: (11) 3063-1592
Preço: R$ 185,00


*Parte da arrecadação obtida com as inscrições é destinado à sustentação do Convivio Slow Food São Paulo.

** O Slow Food é uma associação internacional sem fins lucrativos fundada em 1989 como resposta aos efeitos padronizantes do fast food; ao ritmo frenético da vida atual; aos alimentos em crescente risco de extinção. O desaparecimento das tradições culinárias regionais. O esvaziamento dos campos agrícolas no mundo todo. Esse ambiente não é o mais sadio para o desenvolvimento das gerações futuras. Assim, um trabalho importante do Slow Food é mostrar como nossas escolhas alimentares podem afetar e moldar o mundo. E isso se dá, inevitavelmente, através da educação
e da convivência. Pequenos produtores, voluntários, estudantes, acadêmicos e chefs  estão envolvidos na causa do Slow Food, que se dedica a alimentação de qualidade, socialmente justa e ambientalmente sustentável (bom, limpo e justo).


sábado, 10 de setembro de 2011

Feira agrossustentável em Embu das Artes nesse domingo 11 de setembro



13 de setembro tem palestra do Palas Athenas no Masp



91º Fórum do Comitê da Cultura de Paz
parceria UNESCO – Palas Athena
em adesão ao Dia Internacional da Paz
O QUE NOS FAZ HUMANOS?
— bases biológicas e culturais da convivência —


a cargo do Dr. José Romão Trigo de Aguiar e do Poeta e Prof. Hamilton Faria
Toda vida no planeta Terra acontece em um contexto de relações – ligações íntimas entre átomos, células, órgãos e seres que viabilizam a renovação e atualização permanente do vivo. O organismo humano, por exemplo, é um conjunto de mais de 100 trilhões de células vivas, organizadas em estruturas diferentes que convivem em estado de equilíbrio.

Refletir como isto foi e é possível, refletir sobre esse impulso biológico em direção à parceria e à convivência, pode nos ajudar a escolher os caminhos que queremos trilhar. Nossos vínculos com a natureza, com o outro e conosco constituem um grande desafio, mas também são o espaço privilegiado onde construímos o mundo, cuja saúde depende da qualidade desse vínculo e do repertório de prioridades que sustentam as partes envolvidas na relação. O que nos faz humanos? A pergunta é instigante e central nos tempos de hoje, marcados pela cultura consumista, a racionalidade fria, a visão antropocêntrica de mundo e todas as suas consequências: a violência sociocultural, institucional, intrafamiliar e cotidiana.

André Breton, poeta surrealista, contribui de maneira reveladora ao afirmar: "Será preciso começar por tirar da guerra todos os seus títulos de nobreza! ". Então Mahatma Gandhi traz a ideia de que “tudo que vive é teu próximo” e abrem-se novos horizontes para a convivência. É certo que o caminho será longo, íngreme e desafiador para que um novo modo de conviver se torne cultura, na qual não mais seremos os “donos” da natureza, nem imporemos um único repertório de valores à diversidade das culturas, mas poderemos compor com elas a maravilhosa teia da vida.
José Romão Trigo de Aguiar é médico homeopata e psicoterapeuta. É professor da Associação Palas Athena. Fundador da Sociedade Universitária Médica de Estímulo à Pesquisa (SUMEP). Membro da Diretoria do Instituto de Cultura Homeopática – Escola de Homeopatia. Coordenador do projeto social Agentes de Cidadania – IAKAP. Co-autor do livro Homeopatia, publicado pela Editora Abril.

Hamilton Faria é poeta, professor da Faculdade de Artes Plásticas da FAAP, especialista em políticas de cultura e desenvolvimento cultural. Mestre em Sociologia. Coordenador de cultura do Instituto Pólis e do Pontão de Convivência e Cultura de Paz. Criador ou co-fundador de centros culturais e casas de cultura, associações de trabalhadores, cooperativas literárias, redes de artistas, alianças de solidariedade, entre outros. Participou no comitê de elaboração da Carta das Responsabilidades Humanas, contribuindo com a inclusão da Cultura de Paz como um dos princípios norteadores. Autor de literatura e cultura.

ENTRADA FRANCA


13 de setembro de 2011 ▪ terça-feira ▪ 19 horas
Auditório do MASP ▪ Museu de Arte de São Paulo

Av. Paulista, 1578 - São Paulo/SP - Estação Trianon-Masp do metrô

Não é necessário fazer inscrição antecipada

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

livro: “Uma vivencia interdisciplinar na educação dos sentidos “

Neste mês saiu uma publicação muito interessante feita pela nossa querida chef Ana Tomazoni. Abaixo, ela nos conta sobre esse projeto:

"Uma pesquisa com alunos de 4 a 90 anos, estudando os sentidos e algumas implicações. Esse estudo feito em 2008, com mais de 500 pessoas, entre crianças, adolescentes, adultos e idosos, foi apresentado em forma de peça no Teatro Tuca na PUC SP, no ano de 2009 e em Congresso Internacional de Educação na cidade de Monterrey no México. Nesse congresso o sucesso foi tanto, que por solicitação dos congressistas, foi reapresentado. Os organizadores acharam muito bom e nos orientaram a publicar, e assim fizemos em 2011 com a Editora Ícone, transformando-se em livro da Coleção Conhecimento e Vida.


As autoras são três pesquisadoras da PUCSP do GEPI (Grupo de Estudos e Pesquisa de Interdisciplinaridade), a mentora e dirigente Profa. Dra Ivani A.Fazenda, a Mestra Maria Helena Esteves Conceição, a Dra em Educação Dirce Encanacion Tavares e a Mestra Ana Maria Ruiz Tomazoni.

Nosso objetivo com a pesquisa:
- Compreender a interdisciplinariedade através de investigações de vivências. 
- Buscar compreender a educação dos sentidos em todas as idades, destacando a importância do olhar. 
- Entender a interdisciplinaridade através de pesquisas e vivências; refletindo sobre o sentido da química e a química dos sentidos.
- Desvelar o mistério da simplicidade do sabor e saber e compreender esses sentidos nas diferentes fases da vida.

Tivemos três momentos de autógrafos e divulgação do livro:
dia 04 de agosto (quinta-feira) das 9:00 às 12:00hs. na PUC SP – por ocasião da abertura do Semestre, primeiro dia de aula da Profa.Dra.Ivani Fazenda, acompanhado de com um delicioso coffee break.
dia 29 de Agosto ( segunda-feira)- Na LIVRARIA CULTURA – Shopping Bourbom na capital paulista.
dia 01 de Setembro (quinta-feira) na LIVRARIA SARAIVA - Shopping Metrópole em São Bernardo do Campo- SP.


Se você quiser conhecer o livro ele está a disposição nas livrarias Cultura e Saraiva.

ANA MARIA RUIZ TOMAZONI
* anatomazoni@bol.com.br
* www.saboresabergastronomia.com.br
* Tel. +55 11 4121-5315